terça-feira, 25 de setembro de 2012


"YES THEY CAN"


NO AMERICAN WAY OF LIFE (estilo de vida americano) O PROBLEMA NÃO É DO SISTEMA
AS LEIS EXISTEM PARA SEREM CUMPRIDAS
CASO CONTRÁRIO, OS RESPONSÁVEIS DE FATO SÃO PUNIDOS.

NO PAÍS PRIMEIRO MUNDISTA É COMUM VER PESSOAS COM MAIS DE SESSENTA ANOS ATUANDO NO MERCADO DE TRABALHO
OS TURISTAS SÃO MUITO BEM TRATADOS E SERVIDOS
GRAMA SEMPRE APARADA, JARDINS IMPECÁVEIS
E O MAIS IMPORTANTE, POLÍCIA QUE PROPORCIONA O QUE TODOS REALMENTE SENTEM: SEGURANÇA.

NO SUNSHINE ESTATE (estado ensolarado da Florida) AS ESTRADAS NÃO TEM BURACOS, TAMPOUCO LONGOS CONGESTIONAMENTOS
CARROS LUXUOSOS VALEM O QUE O BRASILEIRO PAGA POR UM MODELO POPULAR
CAVALOS NÃO PUXAM CARROÇAS
E NINGUÉM DEIXA DE ENCONTRAR O CAMINHO POR FALTA DE SINALIZAÇÃO.

NO AMERICAN DREAM (o sonho americano) TUDO PODE SE TORNAR REALIDADE
ELES APRENDEM DESDE QUE VÊM AO MUNDO A VALORIZAR OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
BANDEIRAS POR TODOS OS LADOS REFORÇAM O ORGULHO DA POTÊNCIA QUE CONSTRUÍRAM.

NO MUNDO MÁGICO DA DISNEY SÓ NÃO EXISTE UMA COISA PARA AGRADAR ADULTOS E CRIANÇAS: GOMA DE MASCAR!
EM ORLANDO E EM MUITOS OUTROS LUGARES DOS EUA CHICLETE QUE GRUDA É SINÔNIMO DE SUJEIRA
E ELES SABEM MUITO BEM CORTAR O MAL PELA RAIZ.

JÁ NO BRASIL DO CAPITÃO NASCIMENTO, BEM TODOS NÓS SABEMOS COMO O SISTEMA FUNCIONA OU DEIXA DE FUNCIONAR...

terça-feira, 4 de setembro de 2012

PENSAMENTO DA BLOGUEIRA QUE ESTÁ DE FÉRIAS:

"VONTADE DE ENTRAR EM UM CASULO PARA, NO FIM DO MÊS, SAIR LEVE E BELA COMO UMA BORBOLETA". 




terça-feira, 28 de agosto de 2012


A Cópia melhor que o original



A foto aí em cima nada tem a ver com a Expointer, até porque elefantes não pastam nos campos do nosso Rio Grande. Mas me fez lembrar de um assunto tratado com frequência pelos expositores e criadores de raça: o melhoramento genético.

Diferente da reprodução humana, no cruzamento de animais é possível selecionar as melhores características   contidas no DNA do macho e da fêmea a fim de obter uma cria exemplar. Dessa forma, um cavalo crioulo puro, veloz e morfologicamente perfeito pode ser reproduzido em massa por meio da inseminação artificial. Ou seja, cópias extraídas de um reprodutor campeão que, de quebra nascem com grandes possibilidades de se tornarem seres ainda melhores! E se os animais "melhoradores" cruzarem naturalmente o mesmo acontece, permitindo ao dono selecionar os filhotes mais resistentes, inteligentes, funcionais, enfim...
Claro que os reprodutores nesse caso, são aqueles escolhidos a dedo e o sêmen de uma espécie-modelo pode valer alguns milhões até.

Agora imaginem se pudéssemos aplicar esse método de acasalamento direcionado para melhorar a genética da nossa sociedade? Não falo apenas de uma questão estética, cruzar beldades em busca de outras iguais ou ainda mais belas. Mas principalmente da carga genética do comportamento humano e desumano.

Poderíamos eliminar o que existe de mais perverso em nossas células, a herança que contamina a nossa família e que acabamos transmitindo de geração para geração. Parto do princípio de que a cópia do original defeituoso vai contra a evolução da espécie. São filhos que repetem erros cometidos pelos pais e colhem o mesmo fruto podre, salvo exceções.

Sem falar naqueles que sofrem da síndrome do Peter Pan (o personagem da literatura infantil que não quer crescer nunca). Filhos que passam quase uma vida dependendo dos pais, sem coragem de sair de casa e traçar o próprio destino. Nada contra quem quer se espelhar na pessoa que ama e admira, mas saibamos separar o joio do trigo, enxergando os defeitos e copiando apenas as qualidades dos seres iluminados que nos deram a vida!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012


Estava contemplando as apresentações das meninas e dos meninos da ginástica artística em suas belas performances quando veio a inspiração...Antes que eu ganhe o apelido de blogueira fantasma resolvi me reconectar a blogosfera e postar algumas linhas sobre o seguinte tema: o gosto amargo de uma derrota. Sim porque o sabor da vitória certamente é doce como um brigadeiro e tampouco indigesto.

Agora, não são apenas os atletas olímpicos que experimentam a acidez do fracasso que os expulsa do batalhado pódio. Aqueles milímetros de distância, o desequilíbrio na hora da cravada, o saque para fora, o passe errado, enfim, falhas intoleráveis em uma competição olímpica.
Estamos falando de milhares de pessoas que sofrem e vibram junto com todos eles. Na hora da disputa pela medalha a técnica ajuda, mas o elemento-chave, digamos assim, é o controle, ou  melhor, a INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. O "QE" e não o "QI" deles.

Tremer na base, no solo, em campo ou nas piscinas pode ser crucial. Um sofrimento e tanto para os mais dedicados que nutritram expectativas durante quatro anos...Afffff
E tem gente que ainda diz que o importante é competir, que nada! Para estrelas do esporte o foco é brilhar sempre e cada vez mais...

O torcedor tem todo o direito de criticar os deslizes, mas sejamos mais compreensivos com o fracasso alheio. Até porque se a cobrança for menor, o peso da responsabilidade também diminui. Sendo assim, nessa equação nada exata pode ser que os nossos esportistas mantenham o "QE" em níveis dignos de medalha de ouro!

Coincidência ou não, são os orientais que lideram o ranking da premiação, sinal de que ainda temos muito de aprender com eles...
Claro que também existem inúmeros atletas do Brasil que tiram de letra a ansiedade, mas que a Zica tá braba pro nosso lado, ah isso tá. Vamos aguardar por dias olímpicos melhores e torcer para que os nossos representantes em Londres não se deixem dominar pela emoção.
Energia positiva e muito Yin/Yang pra eles!

sábado, 7 de julho de 2012



"Ninguém é insubstituível", você já deve ter ouvido essa frase ao menos uma vez na vida, certo? Errado, totalmente errado. Me refiro a esse pré-conceito que generaliza a existência de seres tão especiais e imprescindíveis que conhecemos ao longo de nossas vidas. Imagina se podemos substituir a figura de uma mãe ou de um pai, por exemplo, por outra qualquer? "Of course not".

A tese só não é uma inverdade porque realmente milhares de pessoas são sim, substituíveis. Muitas empresas pensam assim inclusive, na hora de demitir um funcionário...Daí a importância de se ter um diferencial para ser reconhecido como insubstituível, digo, incomparável. Uma tarefa difícil, mas não impossível. 

Partindo do princípio de que cada pessoa é única, um ser ímpar, podemos concluir que, no caso de uma substituição, as tarefas não seriam igualmente desempenhadas. Desde atividades mais simples como limpar uma casa, até às consideradas mais complexas, como desenvolver uma pesquisa científica que resulte na cura do câncer. Outro forte argumento vem agora: daria para substituir ilustres personagens da nossa história como Leonardo da Vinci, Pablo PicassoAlbert Eistein, Sigmund Freud, Santos Dumont, Elvis Presley entre tantos outros, cujo legado permanece vivo na memória de toda a humanidade? De novo, "Of course not".

Lógico que no posto desocupado acaba surgindo outro(a) com talento inferior ou até superior, mas jamais equivalente. Sendo assim, penso que deveríamos evitar as "comparações", que mania que as pessoas têm de comparar um e outro. E até de se comparar com...Aliás, muito cuidado! Esse costuma ser um dos sintomas da inveja.

Por fim, se um amigo, colega ou companheiro, troca você facilmente por outro, vai ver é porque a relação não era sólida e verdadeira o suficiente para perdurar. Em miúdos, era descartável. 
Por outro lado, quando somos valorizados por aqueles que nos admiram e nos amam incondicionalmente percebemos o real sentido da vida: Nascemos para sermos SIM, insubstituíveis!  

quarta-feira, 13 de junho de 2012


Incompletamente Feliz!



Você que circula pela BR 116, na região metropolitana de Porto Alegre, já deve ter reparado na quantidade de outdoors que poluem visualmente boa parte da rodovia, certo? Pois bem, vou citar aqui o conteúdo de um deles que me chamou a atenção. Era uma propaganda de um condomínio novo que dizia o seguinte: "Você totalmente satisfeito".

Seria uma atitude radical, mas poderiam processar essa construtora por propaganda enganosa. Como se as pessoas pudessem ficar totalmente satisfeitas com um apartamento ou outra coisa qualquer. Sempre vai existir um "porém", se tratando de obra então...

É impressionante como escuto gente reclamando das dificuldades em reformar ou decorar um apartamento. Ok, esse assunto é xarope e ninguém aqui deve estar interessado nos problemas com marcenaria, montagem, atraso nas entregas, enfim, os abacaxis que os outros tem de descascar.
Irei focar na questão que acabou me servindo de inspiração para esta postagem no Blog. Que história é essa de satisfação plena???

Por mais que o ser humano tente, jamais alcançará a perfeição, nem quando depende da vontade dele, muito menos quando é da responsabilidade de outra pessoa. O normal é nos acostumarmos com aqueles erros que aparecem no percurso, os imprevistos. É, mas na prática não é tão fácil aplicar a teoria e administrar situações que fogem do nosso controle.

É como se não existisse um planejamento que assegurasse o sucesso integral de determinado projeto. Sempre estaremos satisfeitos em parte. Sim, porque não era para ter aquele desnível do piso entre a sala e a cozinha, nem o espelho recortado daquele tamanho...Por que faltou luz na festa na hora do brinde? E por que o fotógrafo chegou duas horas depois do combinado?
Você sabe a que me refiro.

Da mesma forma são os relacionamentos. Para isso, não existe melhor definição do que a velha e conhecida frase: "sempre tem um chinelo velho para um pé torto, ou um pé cansado". Que sirva de consolo aos eternos insatisfeitos. Nenhuma alma gêmea vai mudar essa realidade. Cabe a nós decidirmos se seremos capazes de conviver com aquilo que nos incomoda no outro, ou não. E não se pode ter tudo, apenas um pouco de cada coisa.
Resumindo a ópera, é possível sermos felizes mesmo parcialmente satisfeitos e ponto final.

quarta-feira, 30 de maio de 2012


O TEMPO QUE NOS ENDURECE

Como é bom fazer aniversário e assoprar as velinhas, não é mesmo? Momento mágico na infância, nostálgico mais adiante...Claro que muita gente detesta a idéia de ficar um ano mais velho (a), todos querem conservar a juventude.

É, mas o meu objetivo não é falar sobre as rugas ou pés de galinha que aparecem com o passar da idade, proponho abordar aqui sobre o endurecimento humano.
Não sei se escolhi o termo certo, até porque nunca li nada a respeito, mas decidi classificar desta forma o modo como vejo, aos meus 30 anos, esse processo do envelhecimento.

Embora nem todos concordem com meu ponto de vista, penso que vamos encarando certos acontecimentos da vida com menos euforia. Sabemos que muitas expectativas geram frustrações e a voz da experiência nos grita que nem tudo são flores...
Quero dizer que deixamos de nos iludir com as pessoas, especialmente depois que nos decepcionamos inúmeras vezes.

Imagina o tamanho da carga que carregamos?
A medida que envelhecemos, construímos um senhor currículo e somos boa parte do que consta nele. Aí vem o endurecimento a que me refiro, nós vamos ao longo da vida sendo moldados pelas circunstâncias. Assim como uma pedra bruta modificada pelo homem no processo de lapidação. A diferença é que em nós, seres humanos, essa "lapidação" muitas vezes nos enrijece por dentro, nos boicotando inclusive.

Percebemos que depois de uma certa fase já não sentimos as mesmas emoções da adolescência, nem agimos com os mesmos impulsos. Mas será muito pessimista dizer que a vida antes colorida evolui para o preto e branco? Talvez.
O fato é que desenvolvemos uma espécie de "casca" de proteção a cada nova primavera para absorvermos melhor os impactos das quedas. Esse seria sem dúvida, o lado bom do endurecimento.
Afinal de contas, pra quê amolecer o escudo a essa altura do campeonato, não é mesmo?